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Megalitos nas ruínas de uma casa de banho

Conhecida por suas instalações imersivas e tecnológicas, a mais nova instalação da equipe japonesa de arte e estúdio da teamLab transformou as antigas ruínas de casas de banho em obras de arte projetadas com inspiração na natureza.

Os belos megalitos, que me lembram Krypton ou a Fortaleza da Solidão fazem parte de uma grande exposição noturna intitulada A Forest Where Gods Live (Uma floresta onde os deuses vivem), que se estende pelo parque Mifuneyama Rakuen, de 500 mil metros quadrados, na ilha japonesa de Kyushu.

Os designers do teamLab instalaram uma série de “megalitos” altos que parecem emergir do chão da casa de banhos abandonada do parque.

A casa de banho foi feita em tempos modernos, mas depois de um curto período foi abandonada, tornando-se um espaço onde o tempo parou completamente. 

E esse grupo de megalitos é também uma massa composta de espaços compactados, onde o fluxo do tempo varia. Aqui, vários espaços-tempos se cruzam e se sobrepõem. diz a teamLab. 

Cada megalito age como uma tela para obras de arte protegidas que mudam com o tempo, dependendo da interação dos visitantes na sala. “A obra de arte é continuamente reproduzida em tempo real por um programa de computador”, explica o teamLab. “Não é pré-gravado nem está em loop. Como um todo, os estados anteriores nunca se repetem, e a obra de arte está mudando continuamente devido ao movimento de pessoas”.

Cada momento é único e nunca mais pode ser visto.

Da floração a queda em cascastas devido ao murchamento, a obra de arte inspirada na natureza visualiza momentos fugazes no tempo. Se uma pessoa que visita a exposição fica parada nos megalitos de Flores e Pessoas, as flores crescem mais abundantemente. No entanto, à medida que se afastam, começam a enfraquecer e murchar.

Da mesma forma, a instalação do Universo de Partículas de Água possui cachoeiras protegidas que mudam de fluxo à medida que as pessoas se aproximam das estruturas.

Cada obra de arte também influencia a outra – a água em uma faz as flores se espalharem na outra. “A interação entre as partículas é calculada e então as linhas são desenhadas em relação ao comportamento das partículas de água”, explicam os artistas. “As linhas são ‘achatadas’ usando o que a teamLab considera ser o espaço ultrassubjetivo.”

 

 

Fonte – teamLab

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